quarta-feira, 12 de setembro de 2012

MARTA SUPLICY assume Ministério da Cultura

É a segunda vez que a senadora comanda uma pasta do executivo federal.

Na próxima quinta-feira (13), a senadora Marta Suplicy (PT-SP) assumirá pela segunda vez o cargo de ministra de Estado. No governo Lula, Marta chefiou a pasta do Turismo de 2007 a 2008, e enfrentou o chamado “apagão aéreo”, com problemas diversos nos principais aeroportos do país. Ela deixou o ministério para disputar a prefeitura de São Paulo, cargo que já havia ocupado, mas foi derrotada nas urnas pelo atual prefeito Gilberto Kassab e agora substituirá Ana de Hollanda no Ministério da Cultura.

A paulistana Marta é formada em psicologia pela PUC de São Paulo, mestre em psicologia clínica pela Michigan State University e pós-graduada na Stanford University. Ela ganhou notoriedade apresentando um quadro sobre sexo no programa TV Mulher, na década de 1980.

É filiada ao PT desde 1981, partido pelo qual foi deputada federal. Como deputada, de 1995 a 1998, Marta foi uma das primeiras a apresentar propostas legislativas para o reconhecimento dos direitos dos homossexuais.

É dela o projeto apresentado em 1995 que estabelece pela primeira vez a união entre pessoas do mesmo sexo. A proposta até hoje não foi aprovada pela Câmara.

Em 2000 Marta foi eleita prefeita da cidade de São Paulo, com 3.248.115 votos, substituindo a Celso Pitta. Eleita para o Senado em 2011, Marta Suplicy é a atual vice-presidenta da Casa.

Marta foi casada durante 36 anos com o economista e senador Eduardo Suplicy (PT-SP), com quem teve três filhos: Eduardo, André e João. Aos 67 anos, Marta tem cinco netos: Téo, Bernardo, Maria Luíza, Laura e Felipe.

“Vou tomar contato do ministério, estudá-lo antes de me pronunciar. Vou, com muita humildade, estudar todas as questões do ministério, que considero fantástico, e temos muitas coisas para fazer”, disse a senadora. “É um convite honroso e surpreendente. Vou assumir o ministério, um desafio interessante e estou muito honrada com o convite. Sou do governo e se a presidenta acha que eu devo exercer a função no ministério, vou atendê-la”.

Marta negou que a indicação tenha sido motivada por sua participação na campanha do candidato petista à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad. Contrariada por ter sido preterida na disputa pela indicação do partido, a senadora vinha se negando a participar de eventos públicos em favor de Haddad até a semana passada.

Fonte Jornal Alô Brasília

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